quarta-feira, 6 de abril de 2016

Adelina Charneca, a resiliente e a poetisa

Adelina Charneca
Adelina Maria Garrido Charneca é uma escritora portuguesa. Nascida a 7 de Maio de 1958, na pequena aldeia de S. Bento del Almeixial, no concelho de Estremoz (Província do Alentejo). Vive atualmente na Azambuja e escreve como forma de libertação. Entre os seus gostos pessoais, destaca o facto de escutar sempre as pessoas que procuram e necessitam de atenção. Assume-se uma mulher forte, apaixonada pela vida e uma verdadeira resiliente.

Publicou em Maio de 2012 a sua primeira obra de poesia, Pedaços (Con)Sentidos. Quatro anos depois, está a preparar-se para apresentar o seu segundo livro de poemas, Poesias de Silencio, editado por uma Editora com grande mercado em todos os continentes; a Chiado Editora.

✍ Foi ainda muito jovem que Adelina começou a escrever coisas ‘sem sentido’ que a mãe apanhava e queimava porque eram ela consideradas imorais para uma menina da sua idade, o que de certa forma condicionou a forma desta grande mulher se expressar. Assim, durante anos ocupou-se do trabalho, da educação das filhas e posteriormente dos netos, até que ficou sozinha, e novamente voltou-lhe o desejo de colocar no papel sentimentos e estados de alma. Recomeçou com a escrita de pequenas histórias de família e de infância e à medida que as palavras lhe faziam companhia foi desenvolvendo outro tipo de escrita mais adulta e madura e desbloqueando pouco a pouco os sentimentos opressivos da infância. Hoje escreve sobre o amor e roça a vertente erótica, sem qualquer pudor. 

✍ Adelina admite que a escrita a tornou mais introspectiva na expectativa de lhe chegarem palavras para colocar no papel, no entanto, toda esta paixão já habitava dentro dela, muito antes de a exteriorizar. 

✍ Foi através da partilha das suas palavras que a descobriram para editar. Encara as criticas com leveza, nunca esperando ou escrevendo para que gostem e sim, para sentir-se feliz e realizada com o resultado que ela própria vê nas suas palavras. 

✍ É acima de tudo uma poeta do amor, mas gosta de aventurar-se em temas sociais. Recentemente, fez um trabalho de relato textual e poético sobre um tema melindroso para uma radio Mexicana, sobre a morte por apedrejamento para um evento integrado no mês de Março, mês da mulher.


✍ Tem uma obra a solo, Pedaços (Con) Sentidos. Foi a sua primeira e carrega um carinho muito grande pela mesma. É um livro que lhe foi pedido para diversos países e com grande acolhimento no Brasil. Pensa reeditá-lo numa versão mais cuidada e talvez com outro formato adjunto como por exemplo um audiobook.


✍ O seu próximo livro será lançado dia 7 de Maio no Clube Literário da Chiado no Edifício Tivoli em Lisboa, e as perspectivas são as melhores, ser feliz com mais uma obra com tudo o que o ser feliz engloba para quem faz um esforço para editar um livro.

✍ Vale a pena ler poesia de uma forma abrangente e não dedicar a vida a ler apenas um grupinho de poetas já pré estabelecido, abrir os horizontes de quem gosta de ler poesia a outros também, os dos poetas desconhecidos.

✍ Que lhe vão chegando palavras para escrever sempre e que nunca a poesia se esgote em si, Adelina afirma preciso dela como de sangue nas minhas veias.

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